ZIGURATE
COMO FUNCIONA

Onde o seu dado fica, quem alcança
e o que acontece no caminho.

A parte que ninguém explica é justamente a que dá medo: onde isso fica, quem alcança, e o que acontece no caminho. Então em vez de explicar, a gente mostra. O filme abaixo é o caminho inteiro, e o número que aparece em cima dele é o número de verdade.

Uma torre tem uma porta só.

O zigurate de verdade não tinha janela: tinha uma porta, e um escriba sentado nela. A gente seguiu o desenho.

A sua torre não divide parede Uma construção por cliente é literal: o que é seu mora numa construção erguida para você, não numa prateleira com mil inquilinos.
A porta registra quem entra Cada entrada e cada aprovação ficam escritas, com nome e hora. Não é confiança no ar: é registro que se lê.
No caminho, trancado O dado viaja cifrado da fonte até a torre.
A base é sua, e sai com você O que entrou continua seu. No dia em que quiser sair, leva tudo, em formato que qualquer sistema lê.
Existe cópia de tudo O arquivo inteiro, copiado todos os dias. Tabuinha de barro atravessou cinco mil anos; o seu arquivo não se perde num acidente.

E o trabalho, como é

A conversa Uma hora para entender o que existe hoje: onde está cada coisa, quem mexe, e o que trava. Você sai com um diagnóstico e um número em reais, mesmo que a gente não siga junto.
A construção A gente monta o ambiente com o seu dado dentro, não com dado de exemplo. Você acompanha desde o primeiro dia, e o que não servir a gente refaz.
O ar Entra no ar com você usando. A partir daí a manutenção é nossa, e cada coisa nova que você pedir entra na mesma casa, não em outro sistema.

Quanto leva depende do que já existe aí dentro: quantas fontes, em que estado, e quanta coisa ainda mora só na cabeça de alguém. A gente não crava um prazo antes de olhar, e prefere assim.

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