Zigurate não é um software de prateleira que você aluga e adapta o seu jeito de trabalhar para caber nele. É uma construção: a gente olha o que você já tem, mede o que se perde e monta o lugar onde isso passa a morar.
O nome vem da torre da Mesopotâmia, que era ao mesmo tempo o arquivo e o templo da cidade. Foi lá que a humanidade escreveu pela primeira vez para não esquecer: quantos sacos de grão, de quem, em que dia. Cinco mil anos depois, o problema é o mesmo.
Não é dashboard bonito por cima de planilha. Não é robô que decide sozinho e te avisa depois. E não é assinatura de módulo que você paga sem usar: você abre as salas que precisa, e as outras não existem até você querer.